terça-feira, 12 de agosto de 2014

“Sapeando” as traíras

Olá povo do meu sertão boiadero pescatício sô!!!!
Estava olhando o portal da Pesca e Cia e achei esta matéria muuuuuuuito interessante sobre frogs tipo "shad" de silicone mole e é muuuuito bacana principalmente por poder usar em vegetação fechada alagada pois o anzol é totalmente encravado na isca, sem nenhum tipo de enrosco encher o saco!
É no meio da mata alagada que estão as maiores dentuças. Testamos uma isca espetacular na represa de Atibainha e o resultado foi muito positivo!!!






Uma forma bastante divertida e eficiente de fisgar as traíras é com os sapos de borracha. Ainda pouco conhecida pela maioria dos nossos pescadores, essa artificial já se tornou febre nos Estados Unidos para a captura de tucunarés e black basses. Por aqui, ela funciona muito bem com as dentuças, desde que exista a estrutura adequada para usá-la, como a citada a seguir. Fizemos esse teste na represa de Atibainha, em Nazaré Paulista (SP).


A traíra costuma se “esconder” em pontos mais tranqüilos, como em locais onde existe vegetação submersa e margens alagadas. Ali ela fica à espera de algum peixinho, anfíbio ou presas pequenas. Nessas estruturas, o pescador raramente se atreve a arremessar uma isca de superfície ou meia-água por ter medo do enrosco. Com o sapo, problema descartado, já que ele é provido de sistema anti-enrosco.


Para essa pescaria, lembre-se sempre de arremessar o sapo sempre bem rente à margem. Se você lançá-lo para fora da água, não se preocupe, a simulação de um anfíbio fugindo ou invadindo o território alheio será melhor ainda. O ataque pode ser certeiro e surpreendente. Caso o arremesso seja para o leito do local de pesca escolhido, ou em algum ponto sem estrutura, a probabilidade de captura é remota.


Recolha continuamente, sem se preocupar com a vegetação que está pela frente. Para que a isca trabalhe melhor, deixe a ponta da vara erguida e abaixe conforme ela se aproxima de você. Quando o sapo for atacado, espere um pouco para fisgar. Esse detalhe faz a diferença, pois é o tempo da traíra acomodar a sua “presa” na boca e assim ser melhor fisgada.





Equipamento sugerido:

Varas a partir de 6´ para linhas de 20 lb

Linha multifilamento de até 20 lb

Empate de aço flexível de até 20 lb ou linha fluocarbono de até 60 lb

Sapinho: modelos nacionais podem ser encontrados nas melhores lojas de pesca do Brasil.

Fonte: site Pesca e Cia