quinta-feira, 19 de setembro de 2013

HOPLIAS, SINÔNIMO DE AVENTURA!

AVENTURAR-SE POR TRILHAS COM UMA MOCHILA NAS COSTAS E UM CONJUNTO DE VARAS E CARRETILHAS NAS MÃOS É UMA IDEIA QUE ATRAI VOCÊ? ENTÃO NÃO PERCA A OPORTUNIDADE: O VERÃO É A ÉPOCA CERTA PARA FAZER ISSO, PRINCIPALMENTE QUANDO O ALVO DOS ARREMESSOS É A VORAZ TRAÍRA.
Traíra na Frog, famiiinta como sempre!
Ao alcance da grande maioria dos pescadores de nosso país, lagos, açudes, pequenas represas e até alagados podem ser explorados com as iscas artificiais. E não é necessário estar embarcado para isso! Basta ter disposição e um pouco de espírito aventureiro para percorrer estes locais arremessando paralelamente à margem ou em direção a estruturas um pouco mais afastadas dela. Cantos com capim, drop-offs (degraus submersos), galhadas, píeres, ilhotas e até pequenos córregos que formam os lagos são algumas das estruturas que podem resultar em inesperados e muito bem-vindos ataques.


Dentre todos os nossos peixes de água doce com potencial para propiciar boas pescarias nesse estilo, o topo do pódio é ocupado pela traíra. Capaz de habitar os mais improváveis locais – às vezes, literalmente pouco mais que uma poça d’água – ela marca presença de norte a sul do país. Sua resistência e capacidade de adaptação a grandes oscilações de temperatura e nível de água fazem, em conjunto com o intuito predador inato, explicitado por seus afiados dentes, fazem dela prato cheio para qualquer praticante do baitcasting. E não há época melhor que o verão para fisgá-la pinchando a pé.

SAPOLÂNDIA
Uma vez pescando no barranco, é preciso escolher bem que isca usar. Normalmente, as de superfície são as mais indicadas. Além de proporcionarem o visual dos ataques, dependendo do modelo, não enroscarão em praticamente nenhuma estrutura, por mais que esta seja fechada. O próprio corpo de algumas iscas é propositalmente encostado aos anzóis, tornando-as anti-enrosco (weedless).

Entre os diversos formatos que esse tipo de isca pode assumir, as imitações de sapo são as grandes vedetes. Rígidas ou macias, sua riqueza de detalhes às vezes é tão grande que realmente se parecem com sapinhos reais. Presença quase certa em qualquer alagado, açude ou lago, o anfíbio é presa natural de uma série de predadores associados a esses ambientes. Na água, a traíra é um deles.

Em relação às iscas macias (softbaits) que reproduzem sapos, é importante dizer que as de material mais macio permitem fisgadas mais eficientes. Além de facilitarem a exposição das pontas dos anzóis na hora do strike, elas chegam a se deslocar até a linha com a força da fisgada, facilitando a penetração do anzol na óssea mandíbula das traíras. E para retornar a isca à posição original é fácil, basta puxá-la para baixo, no sentido do anzol.

Logicamente, a dentição superafiada das traíras pode acabar danificando, com a intensidade e quantidade de ataques, qualquer modelo de isca soft, independente de sua consistência. Por isso, é importante possuir na caixa, ou melhor, na mochila, uma boa quantidade. E o ideal é ter um bom leque de cores, pois isso pode ter influencia nos ataques. A principio, faça a diferenciação entre iscas claras e escuras, e coloque-as à prova, lembrando que tons escuros tendem a surtir efeito maior quando a luminosidade é baixa (em dias nublados ou ao entardecer) ou quando a água encontra-se um pouco mais turva que o normal.

Para trabalhar um sapo soft com dispositivo weedless, basta dar toques curtos de ponta de vara, intercalando-os com o recolhimento. Assim, ele virá batendo na superfície da água. Também é possível fazer alguns modelos ”zarearem”, ou seja, trabalharem descrevendo um “Z” na superfície. Intercale o trabalho com paradas repentinas, deixando a isca imóvel por alguns instantes, principalmente nos buracos existentes no meio das estruturas mais fechadas ou em pleno capinzeiro. É nesses pontos que os ataques fulminantes acontecem! Procure também arremessar mais de uma vez no mesmo local. Muitas vezes, a traíra só ataca a isca quando bastante provocada.

SÓ NA SUPERFÍCIE!
Mas não se esqueça de levar consigo alguns plugs tradicionais de superfície. Zaras, hélices e poppers sempre rendem boas capturas desde que os locais explorados por estruturas. Plugs modernos imitam com perfeição, em formato e riqueza de detalhes em sua pintura, os sapos. O ruído interno dos modelos rígidos é outro atrativo extra para as traíras, que não só se orientam pelo barulho para localizar suas presas como se “irritam” pelo som produzido internamente pelas iscas.

Pescar com artificiais de barranco é uma prática que também pode trazer grandes alegrias na captura de outras espécies, como Black bass, tucunaré e peixes de água salgada, como o robalo nas margens de rios e canais costeiros. Caminhando rumo ao mar, barras de rio, costões de pedra e até mesmo praias sempre serão pontos de moradia ou passagem de algum peixe em seu cardápio. Aproveite, o verão é a estação mais do que perfeita para realizar esse tipo de pescaria.


TEXTO E MATÉRIA POR: CESAR PANSERA - REVISTA PESCA ESPORTIVA

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Turbinei minhas iscas e já estreei sô!!!

Oláááá pescadozada do meu rincão brasileeero pescatíííício sô!!!!
Eu tinha na minha caixa umas iscas que eu já tava careca de saber que eram muuuuuito boas para traíras mas não tinha condições de testá-las em meu ambiente de pescaria tradicional pelo fato de ter muito aguapés na flor dágua e como estas iscas geralmente vem com garatéias, não haveria meeeeeesmo possibilidade de jogá-las no açude  pois ja conheço de cabo a rabo o mesmo e sei exatamente onde as Hoplias atacam ou não. 

Eu já tinha lido várias vezes em "tunar" iscas artificiais e nunca tinha tentado, aliás, já tinha tentado mas não deu certo por inexperiência de adolescente (faz tempo isso! hiihihihihi) e dessa vez testei não em 1 mas em 3 iscas paradas que se eu não tivesse retirado as garatéias, iriam ficar pra sempre só na minha coleção de artificiais e só! 

Comprei umas 30 cintas plásticas (aquelas de prender fios de PC) da menor possível e uns 12 anzóis de 2/0 com anti-enrosco (wedlees) parecido com anzol de pescar no mar.
Deveria ter comprado mais SPLIT RINGS (argolas que seguram garatéias), mas quando fui na loja de pesca não havia no momento (deveria fechar a porta dessa joça também... onde já se viu não ter split ring em loja de pesca sô????)

Tem que colocar 2  SPLIT RINGS num mesmo anzol para que o mesmo fique voltado para cima e se for colocado apenas um, o anzol fica voltado para o lado e isso não é interessante mesmo pelo fato de enroscar mais e a isca trabalhar de forma errada.
Este é o meu velho alicate da WORTH (o original) que serve apenas pra trocar split rings de iscas artificiais 


SPLIT RINGS


Cinta plástica de prender fio de PC e anzol com anti-enrosco de 2/0

E como eu havia ganho uns par de fios elásticos de um fabricante de frogs artificias (que por sinal também faliu) e não tinha utilidade pra tal item, resolvi acrescentar também em minhas iscas por saber que a Hoplias AAADOOORA que a isca pareça volumosa e chamativa.
Eram utilizadas para fazer pernas de frogs que tal fabricante me enviou pra testar e repor em minhas iscas. Nunca repus, mas com certeza dei uma nova utilidade pra tal item.

E depois de algumas horinhas gastas pra trocar as garatéias e retirar alguns SPLIT RINGS (argolas de garatéias) de algumas iscas que não utilizava, para colocar nestas iscas tunadas, terminei tal trabalho árduo!

As iscas escolhidas para tal sacrifício foram:

SUPER SPOOK JR - HEDDON (Comprei esta mardita de um site mais MARDITO ainda do Paraná que quis me dar balão e me enviou esta isca no lugar de outra que eu tanto queria e pra não levar chapéu deste FDP peguei esta coisinha que por sinal é pra água salgada ainda! Por fim das dúvidas acabou falindo de ser tãão FDP com seus clientes, e como diria: FECHOU TAARDE!! O site maldito era PORTOFISHING.com.br - finalmente tá morto e enterrado!)
Isca perfeita para fazer o movimento Z na flor dágua

SARA JUMP 95 (SUMAX) - Ganhei esta isca e também de trabalho em Z mas que nunca iria utilizar se não tivesse feito tal modificação.
Tal isca vem com esferas metálicas que atraem as Hoplias

VULCAN (MARINE SPORTS) - Isca de trabalho popper e faz muito barulho na flor dágua. Outra isca parada que se não fosse a modificação iria ficar apenas na coleção.
Perfeita popper pra levanta qualquer Hoplias dorminhoca

E por final:

WE FROG (REBEL) - Troquei apenas as garatéias por anzóis wedlees mas que pra mim já fez graaande diferença. Isca com imitação perfeita de uma perereca nadando a meia água.
Isca que imita o nado perfeito de um sapinho forrageiro.
Resumindo a prosa moçada: Este final de semana que passou agora, deu tempo apenas de testar a VULCAN TUNADA e o que aconteceu? Peguei Hoplias com ela, que deu a entender que realmente funcionou esta minha invenção de deixá-las bem chamativas e sem gartéias para poder pinxar em meio ao aguapé e quando começar a chover bastante agora no final de ano e as águas aumentarem o nível do açude, poderei lançar no meio do mato na margem onde elas costuma ficar e com certeza explosões de Hoplias não irão faltaaaaar sô!!!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

LANÇAMENTO!!!! SQUEEZE DO BLOG!!!

OLÁÁÁ PESCADOZADA DO MEU RINCÃO SÔ!

TÔ LANÇANDO O 1º PRODUTO DA MINHA LOJINHA EXCLUSIVA DO BLOG TUDOSOBRETRAIRA... 

SQUEEZE TÉRMICO PERSONALIZADO!!!!


ÓTIMO PARA DAR DE PRESENTE PARA SEU COMPANHEIRO DE PESCARIA OU PRA VOCÊ MESMO PRA LEVAR ÁGUA OU ATÉ CACHAÇA SÔ!

O ÚNICO, TOTALMENTE EXCLUSIVO SOBRE NOSSA QUERIDA "HOPLIAS MALABARICUS" GRAVADA NA LATA DO SQUEEZE!
FRENTE DO SQUEEZE

VERSO COM BREVE DESCRIÇÃO SOBRE A DENTUÇA


ITEM INDISPENSÁVEL EM SUA PESCARIA E NUNCA TE DEIXARÁ NA MÃO POIS PODE SER PENDURADO NA CINTA DA CALÇA OU DIRETO NA BOCA DA CALÇA E PENDURADO DIRETO NO MOSQUETÃO (JÁ INCLUSO)

• 600ML
• TÉRMICO
• BICO SQUEEZE CICLISTA C/ CAPA PROTETORA + BICO MONTANHISTA DE ROSCA VEDADA C/ MOSQUETÃO
• INTEIRO DE METAL (DENTRO E FORA)
• BASE EMBORRACHADA ANTIDERRAPANTE
• PODE SER LAVADO QUE NÃO SAI A IMPRESSÃO

E MAIS!!!! PODE SER GRAVADO O SEU NOME JUNTO NO SQUEEZE!!! 

PREÇO DE LANÇAMENTO!!!
R$ 60,00 + frete

Encomendas entrar em contato pelo e-mail: thiagoflanger@ig.com.br principalmente para calcular o frete e prazo de entrega.




terça-feira, 13 de agosto de 2013

Um novo trailer turbinado para seu Spinnerbait!

Olá povo danado de bãããum sô!

To postando aqui uma dica bacana pra incrementar seus SPINNERBAITS com uma isca que é comum pra Black Bass e serve também para a nossa Hoplias que é o PORK FROG.
Não é tããão comum aqui no Brasil mas nos EUA é bem comum e tem um fabricante que faz este tipo de isca e é bem conhecido que é o UNCLE JOSH e deve ser vendido no site da Cabelas.com ou no Bassproshops.com, e pra quem tem esta isca e não sabe o que fazer com ela, pode ser incrementado no seu spinnerbait com essa dica:
Pork Frog vem em uma embalagem umedecido com essência pra atrair mais o paladar do Bass e serve também pra traíra.

Os pork frogs fazem parte daquelas tralhas chamadas de trailers: são usados em outras iscas, para conferir mais volume e aprimorar o nado, conferindo a elas maior ação. No caso da pesca do black bass, colocamos os pork frogs em jigs. Uma forma bem interessante que eu uso para tornar o nado ainda mais atraente é cortar a parte mais gorda com um estilete e iscar o anzol em um dos lados dessa abertura.
Corta-se a parte mais gordinha da isca pra colocar no Spinnerbait e acomodar melhor

Isca muito boa para se fazer trailers pra seus spinnerbaits

Fonte: Site Pesca e Cia 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

VEM AÍ A MINHA LOJINHA SÔ!


OLÁÁÁÁ POVO BÃÃUM DEMAIS DA COOONTA TCHÊ!

HOJE ESTOU ANUNCIANDO A VÓS MECÊIS QUE ESTOU FINALIZANDO A MINHA LOJINHA COM PRODUTOS DO BLOG E DA NOSSA QUERIDA IDOLATRADA SALVE-SALVE HOPLIAS MALABARICUS!!!!

A PRIMEIRA E ÚNICA LOJINHA VIRTUAL COM PRODUTOS COM A NOSSA "DENTUÇA" COMO MOCINHA PROPAGANDA!

CONFORME FOR FAZENDO A LOJINHA IREI ANUNCIANDO NO BLOG OS PRODUTOS

MAS FALÁ PROCEIS JÁ.... VAI TER COISA BOOOOOOOOOOOOOOA DEMAIS DA CONNNNNNNNTA SÔ!!!!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Local de pescaria dos meus sonhos!!!!

Eeeeeita local danado de bãum da conta viu... 
Como queria achar um lugar desse pra destruir minhas frogs e "spinnerbaitas" na boca das hoplias.... aiaiai que soooonho!

Tinha quer ser mais um local dos Hermanos, onde não existe árvores por onde você olhe, ou seja, passe bastante protetor solar pra não pegar uma insolação do cão!!!

Mas o que vale não é fazer um dublê, e sim um TRIO de Hooooplias!!!!


LUGAR PERFEITO PERFEITÍSSIMO PRA BRINCAR COM AS DENTUÇAS!!!! 

Nova frog no mercado, para nooooooossa alegriiia!!!

Olá povo bunito pra lá de bããããão sô!

Hoje irei falar da nova belezinha da Marine Sports (MS) que foi lançada em maio deste ano e até agora não havia falado mas que pelo jeito é um chuchuzinho de isca excelente pra nossas Hoplias, com o nome de FROGGER.

Isca perfeita para nossas Hoplias brincar no meio da vegetação e fazer aquela explosão de assustar.
A isca artificial Frogger, da Marine Sports, possui grandes vantagens sobre outras disponíveis no mercado. A primeira é a de não ser uma isca grande, não sendo, assim, volumosa demais, atrapalhando o trabalho. Outra vantagem é o anzol próprio.

Trata-se de uma isca de superfície, feita em plástico e silicone. Seu trabalho é realizado com o anzol voltado para cima, o que dificulta o enrosco. A Frogger mede 7 cm e pesa cerca de 8,5 g. Ideal para a pesca de traíras, está disponível em seis cores.


Resumindo a prosa minha gente: Acabei de comprar uma e depois da minha "Hibernação", até setembro quando o gelo descongelar aqui irei testar tal isca.

Fonte: site Pesca & Cia

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Belo video de Hoplias

Oláááá povo bão... mais bããããum demaaais da coooooooonta sô!
Hoje to postando um video muito massa que uns "hermanos" fizeram e eu particularmente achei fenomenal!!!! Uma pescaria perfeita de Hoplias selvagens onde você só vê planície e árvores... só no sonho.
Fora o bom gosto pra edição que realmente é o que me cativa em um video. 



quinta-feira, 18 de julho de 2013

Dê um upgrade na sua Frog !!!

Olááá pescadozada do meu rincão pescatício sô!!!
Hoje vou postar um truque que ví no site da Pesca e Cia e pode atrair mais as Hoplias pra tua isca rapidinho, principalmente no meio da vegetação.


Uma das mais divertidas modas atualmente é pescar as traíras com sapos artificiais (moda que pratico faz uns 10 anos já! hihihihi)de corpo oco. (Modelo Sumax/Daiwa etc...)
A vantagem deste tipo de isca é ter o anzol protegido pelo corpo da artificial, que contrai quando o peixe ataca. 
Para aumentar a atração desses sapos use uma colher de spinnerbait velho.
Para isso, prenda a lâmina a um girador, que deve ser introduzido no anzol.


Frog "tunada" com uma lâmina Colorado de um spinnerbait sem uso.
Resumindo a prosa pescadozada: Não fiz isso ainda nas minhas frogs, mas acredito que realmente funciona principalmente em regiões com mato submerso e aguapé em grande quantidade e até mesmo alagados, a traíra mais renitente com certeza sairá das profundezas do lodo e toca pra explodir a sua frog na flor dágua sô!!


terça-feira, 16 de julho de 2013

PARABÉNS PARA O BLOG !!!

E AE CAAAAAMBADAAA DO MEU BRASIL SERTANEEEEJO SÔ!!!!


FINALMENTE MEU BLOG TUDOSOBRETRAIRA VIROU O PONTEIRO... 
2 ANOS DE EXISTÊNCIA E NOS 100,000 PASSADAS DO POVO POR LÁ!!! 




FOI UM TRABALHO ÁRDUO MAS SEMPRE PRAZEROSO, POSTS E VIDEOS SÓ SOBRE NOSSA DENTUÇA "HOPLIAS".... UM SONHO REALIZADO.



E O BLOG TUDOSOBRETRAIRA CONTINUARÁ FIRME E FORTE ESTE ANO E NOS PRÓXIMOS ANOS SE DEUS QUISER!!!!

E VAMU Q VAMU PINXAR HOOOOPLIAS SÔ! (DEPOIS DA FRIAGEM É CLARO!)  

quarta-feira, 10 de julho de 2013

VIDEO EXPLICATIVO SOBRE A DENTUÇA!

Olá povo bããããum barbaridade do meu Brasil sertaneeeeeejo sô!
Hoje to postando um video que achei no "youtoba" sobre a Hoplias e que o Ictiólogo ALEC (velho conhecido desde os tempos de Pesca e Cia nos meados de 1995) que praticamente desmembra a traíra e explica perfeitamente em video o que eu já disse em tutos passados aqui e que é muuuuuuito interessante.
E também pra relembrar e fixar informações sobre nossa querida Hoplias, pra nunca mais esquecer em nossas pescarias sô!



terça-feira, 4 de junho de 2013

Rubber Jig na friagem... você arrisca???

Olááááaááá pescadozada do meu rincão pescatíííício sô!! 


Hoje estou postando uma matéria do Fábio Zurlini (graaaande pescador de traíra e principalmente no frio) que achei no site da revista Pesca e Cia e achei muuuuito útil pra compartilhar com vocês esta isca tão versátil e que pelo jeito pega mesmo, sabendo que nunca pesquei com esta isca mas quem testar, me mande a foto que postarei no blog com certeza pra todos verem. 

Então vamos lá pessoaaar!



Bela Hoplias com Rubber Jig azul e trailer de criatura 

Entre os pescadores existe o mito de que não se pesca a traíra em dias frios. Zurlini contraria essa teoria e mostra como fisgar a espécie usando o rubber jig

A traíra é tão incrível que ela faz a alegria do pescador que usa uma simples vara de bambu e isca natural, bem como daqueles que utilizam os mais modernos equipamentos de pesca com iscas artificiais. Dá para pescar como quiser, do jeito que você leitor achar melhor, e como o seu bolso mandar. Mas, lembrem-se, as técnicas sempre estarão presentes, afinal, não adianta ter um equipamento simples ou um super se você não conhecer o peixe e seu comportamento.

Como todos os peixes, as traíras apresentam padrões em seu comportamento. Basicamente, ela não gosta de caçar com sol a pino, momento em que prefere ficar parada, aquecendo-se. A traíra é um peixe que caça ao amanhecer e no começo da noite, períodos em que parece ter mais fome, atacando com violência as iscas de superfície ou saindo atrás delas decididamente. Apesar de não caçar em grupos, podem viver juntas em um mesmo território, os conhecidos trairódromos.

Quando o pescador descobrir um ponto como este, abuse do direito de fazer barulho: quanto mais, neste caso é melhor. O peixe fica irritado e, além da fome, pode atacar a isca para espantar a artificial intrusa do seu território.

Tudo o que foi dito é muito produtivo no verão. Mas, como esse peixe se comporta nos dias frios de inverno?

Perfeita Hoplias pega pelo Zurlini, Cavaaaaaaaaaaala!
Neste caso, você é obrigado a recorrer a algumas técnicas usadas para o black bass, pois em dias frios a predadora se abriga em locais mais profundos e, em alguns momentos do dia, migra para caçar em regiões mais rasas.

Lento e natural

Quando as traíras estão mais “preguiçosas”, qualquer isca mais rápida não será atacada. Ela simplesmente vai passar pelo seu território sem ação do peixe. Nesta situação, o rubber jig, vem mostrando ser uma grande alternativa. Seus movimentos de abrir e fechar as cerdas, bastante vivos e naturais, despertam o ataque do peixe. Some a essa ação um pouco de volume e um trabalho mais lento para que a traíra não resista.
Outras vantagens dessa isca é que ela pode ser utilizada tanto em águas profundas como em locais rasos e dentro de estruturas fechadas.

Anzol fica escondido atrás das cerdas duras da isca e o bom que se torna anti enrosco 
Quando pesco em lugares fundos, adiciono aos meus rubbers um trailer, que pode ser um grub, uma criatura ou até mesmo um shad. Isso vai ajudar a isca a ter maior volume, uma ação mais atraente e deixar os movimentos mais lentos e naturais. Para trabalhar, arremesse a isca de modo que ela passe pela região funda, alternando pequenos toques com a ponta de vara leves arrastadas laterais. A vibração, o volume da isca e seu movimento de abrir e fechar as cerdas despertam o ataque similar ao do bass. Porém, o bass costuma flutuar com essa isca na boca ou vir de encontro ao pescador. A traíra bate para matar a isca e logo a solta no local. Um ótimo treino para quem quiser pescar o bass nesta modalidade.

Pontos mais rasos
Os rubbers também podem ser usados em locais rasos, principalmente em bicos, baías rasas, e, principalmente, em locais com vegetação. Essa vegetação no inverno serve como uma estufa, mantendo a água mais quente sob ela.

Para explorar esses pontos, uma técnica muito empregada é o flipping. Com ele o pescador deve fazer os pinchos curtos com muita precisão, buscando os pequenos buracos na vegetação. É nessas aberturas que sua isca deve cair, para chamar a atenção do predador. O pescador que não conhece a isca pode estar se perguntando: “ela não vai enroscar?”.


Pontos perfeitos para Hoplias
Atualmente existem modelos para pescar dentro das estruturas, pois seu peso concentrado, formato e volume a fazem passar pelas estruturas ou pela vegetação com facilidade. Já o antienrosco, de modelos tipo Cobra e Arky, evita que ela fique presa.

Seu trabalho deve ser diferente de quando estamos pescando nos locais fundos. É lançar nas aberturas, deixar a isca bater no fundo, dar dois toques curtos e secos e esperar a pegada. Se ela não vier, o pescador pode tirar a isca da água e lançar em outro ponto. Nesta situação, o predador atacará por instinto o vulto que vai passar ao seu lado, como se um intruso estivesse entrando em seu território. A pescaria é eletrizante, pela rapidez das ações. O ataque, geralmente rápido, dá pouco tempo para o pescador ter uma reação.
Zurlini e uma bela Hoplias no Rubber azul 
Trailer
Eu diria que esta é uma peça fundamental. Um rubber sem trailer não tem vida alguma. É ele que fará a sua isca ter vida e nadar corretamente.
Recentemente, passei a usar os shads, por causa do seu formato parecido com a de um peixe. A cauda desse tipo de isca imprime uma supermovimentação na caída, além de frear a caída da isca, proporcionando mais tempo para o predador atacar.

Apesar de as traíras destruírem os trailers com certa facilidade, é importante ressaltar que isso ajuda a proteger as saias de silicones de seus rubbers. Outra característica interessante é o fato de sua textura ser parecida com a de um peixe de verdade, o que auxilia na fisgada, pois o peixe fica com a isca na boca alguns segundos a mais.
Rubber Jig com trailer marrom e gliter 
Mesmo que as saias sejam danificadas, não se preocupe. O mais importante dessa isca é a cabeça, a ponta do anzol e o antienrosco. Se a saia estiver danificada, o pescador pode substituir, com os materiais e acessórios disponíveis para confecção de iscas de fly.

Assim, você poderá remontar seu rubber da cor de sua preferência, com mais ou menos volume, sem mencionar a boa terapia para aqueles dias em que o pescador não for pescar. Eu aprendi a fazer minhas iscas com o amigo Braga. Normalmente faço primeiramente os rubbers para o bass, mas, quando eles estão mais gastos, reformo para as traíras.

Equipamentos
Caniços curtos não conseguem atender plenamente à técnica do pitching. Ela requer alavanca para o lançamento, a fisgada, e para tirar o peixe da estrutura. É importantíssimo ter uma vara comprida, de no mínimo 6´. O comum é usar materiais a partir dos 6´6´´. No meu caso, utilizo varas Megabass Orochi X4 de 7´, classe pesada e ação rápida, justamente para tirar o peixe do meio da tranqueira. É preciso arrastar tudo: peixe e planta muito rápido. Isso, não pelo porte da traíra, mas pela situação de pesca.

O Zurlini tem 2 carretas ANTARES da Shimano, e eu só queria uuuuuma! buáááááá 
Outro item fundamental é a linha de pesca. Nada de linha fina no meio da vegetação. A traíra é bruta, e no meio do mato dá muito trabalho. Costumo utilizar linhas de fluorcarbono com pouca elasticidade e muita sensibilidade. A libragem mínima usada por mim é a de 12, sendo que a mais comumente utilizada é a de 16 lb, porque nos locais que frequento posso me deparar com peixes de bom porte, como é o caso das represas de Salesópolis e Paraibuna. Normalmente não uso empate, nem líder. Mas, se o pescador se sentir mais seguro, opte por algo em torno de 20 a 25 lb.


Resumindo a prosa moçada, testem esta isca e principalmente agora no inverno, como nosso amigo Zurlini provou que a Hoplias abocanha mesmo no inverno... porque eu vou mesmo é ficar HIBERNANDO aqui embaixo do edredon tomando chocolate quente esperando o sor quente vortá pra eu poder sair da toca e pinxar novamente as hoplias na froooog sô do céééu!


Autoria dos texto e fotos: Fábio Zurlini - Revista Pesca e Cia

quarta-feira, 15 de maio de 2013

SERÁ QUE TO FICANDO MALUCO SÔ ???

Éééé meu povo... 
Eu que sou viciado em Hoplias, quando chega o inverno, fico doidiiiiinho da silva querendo pescar e as bixas se escondem no fundo do lodo ou ficam HIBERNANDO esperando os primeiros raios de sol da primavera chegar pra poder sair caçar novamente e eu fico praticamente subindo pelas paredes de vontade de pinxar Hoplias novamente. 


Pra passar o tempo fico arrumando a caixa de pesca, alisando as iscas, limpando e polindo as varas e os passadores, afiando os anzóis das frogs e por aí vai. 

Até jogo de pesca no celular já baixei pra ver se me distraio pow!!!


Resumindo a prosa povo bão... essa minha loucura vai acabar quando a primavera chegar com aquele tempinho preguiçoso de esquentar chegar, pois saberei que as Hoplias já estarão na surdina esperando uma perereca desavisada passar por ali e poder abocanhar e explodir minha artificial novamente sô do céééeéu!!!!




Traíra Barranqueira, peixe matuto sô!

Olá povo matuto mais pescador do meu Brasil Brasileeeeeero sô!!!
Esta matéria do nosso amigo da revista Pesca Esportiva chamado Roberto Conti, tá o bixo!!!! Ele fez um mini tutorial falando da nossa querida e idolatrada salve-salve HOPLIAS
falando em todas as modalidades, tanto na pesca com Varejão quanto na pesca com Carretilha. 

Tanto que pedi na redação da revista, ver se existe este número no estoque deles ainda pois irei adquirir e por na minha coleção de revistas sobre Hoplias!!!!

Leiam o quanto quiserem pois quanto mais se lê mais se aprende e eu postando estas matérias eu aprendo mais e mais com todos vocês e isso meus amigos, pra mim não tem preço!!!!

Bora estudar um pouco sobre nossa maravilhosa Hoplias sôôô!!! 


A traíra é um peixe típico do continente sul-americano e no Brasil pode ser capturada em qualquer ambiente de água doce, de rios e represas a lagos e açudes, e até mesmo em locais com água salobra. Predadora carnívora nata, ela pode ser capturada com iscas naturais, vivas ou mortas, e com iscas artificiais.


Definitivamente esportiva, a espécie não se rende desde fisgada até o momento do manuseio. Os dentes afiados e a aparência pré-histórica, com sua cara de poucos amigos, são sua marca registrada. A captura é possível o ano todo, em dias quentes, frios e até com chuva.

Em muitas regiões do Brasil, a pesca noturna é praticada com sucesso e resulta na captura de grandes exemplares. Nesse caso, o uso de artificiais fica restrito, mas não impossível. É possível arriscar arremessos noturnos em dias de lua cheia ou fazendo uso de lanternas de cabeça.

Mapa da mina
As traíras costumam ficar em locais com estruturas submersas, como galhos, folhas caídas, troncos afundados e pedras. Também têm o hábito de ficar de tocaia à espera da aproximação de suas vítimas. Os locais preferidos são sombras de árvores e moitas, barrancos caídos, desníveis bruscos (drop-offs), junções de águas sujas e limpas, remansos de água corrente (por serem locais oxigenados e servirem de “área de descanso” às presas), sob vegetações diversas (como capins e aguapés) e pontos rasos.


Quanto mais preciso for o arremesso, maiores serão as chances de fisgar o troféu. Nesse momento a prática sobressai. O prêmio de um bom arremessador é o saldo maior no final do dia de pesca em relação ao pescador menos treinado e que arrisca menos.

Técnicas à prova
Selecionei os mais variados tipos de equipamento para mostrar que não há quem não possa pescar a traíra, dos aficionados por pinchos aos que pescam só para passar o tempo. As técnicas apresentadas foram especialmente pensadas para a pesca de barranco, embora possam ser praticadas também na pesca embarcada.





1. Varas lisas (Varejão)
Podem ser naturais (a velha e boa vara de bambu) ou feitas de materiais como fibra de vidro (fiberglass), carbono (grafite) ou a mistura de ambos. Varas com grande proporção de fiberglass são muito resistentes, mas se tornam mais pesadas e com ação mais lenta. O carbono, ao contrário, dá mais leveza, sensibilidade e rapidez ao caniço, inclusive na fisgada, por isso é a opção mais indicada. Ambas podem ter várias partes (gomos) e comprimentos diferentes, desde 1,8m até mais de 7m. A escolha do tamanho depende da distância entre o pescador e as estruturas de pesca.

Dê preferência para linha de náilon com espessura de 0,36mm e comprimento um pouco menor que o da vara. Linhas curtas demais dificultam o manuseio do peixe, forçam o caniço e podem quebrá-lo. Um anzol modelo Chinu nº 4, encastoado com um curto cabo de aço flexível, preso à linha. Se a preferência for pela não utilização do encastoado, o ideal é usar anzóis de haste longa. Em relação à isca, é possível usar minhoca, peixinhos vivos ou mortos, pedaços de carne, miúdos de aves e bovinos, e até mesmo plugs e minhocas artificiais.


2. Arremesso de iscas vivas
Este equipamento se enquadra na categoria leve, para linhas com resistência entre 8 e 14lb. O conjunto pode ser formado por vara de 5’4”, classe 14lb, e molinete tamanho 1000, preenchido com linha de multifilamento de 15lb.

O “rig” pode ser preparado somente com anzol e isca ou com o auxílio de chumbada leve ou boia de arremesso e um chicote de uns 60cm. O anzol, do tipo Wide Gap (para robalos) tamanho 1/0, faz toda a diferença quando se usa iscas vivas. O peixe nada mais naturalidade, e se torna mais atrativo. Se preferir, encastoe o anzol com 5cm de aço flexível de 10 lb. Isque os carás e tilápias pelas narinas. Para iscas mortas, outros modelos de anzol podem ser usados, como Chinu, Maruseigo e os de haste longa.


Isca viva no atacado
Use um covo ou armadilha para facilitar a captura de peixes, como pequenas tilápias e carás. Basta colocar no artefato um pedaço de pão ou outro atrativo, fechá-lo e deixá-lo afundar perto da margem. Amarre-o em algum ponto fixo para evitar sua perda. Em poucos minutos o covo estará cheio de peixes. Selecione a quantidade suficiente para sua pesca e devolva o restante para a água.

3. Conjunto ultralight
Para a modalidade, um caniço de 5’10”, classe 6lb, equipado com um molinete tamanho 750 e linha de multifilamento de 8lb bastam. As iscas mais usadas neste caso são os plugs, tanto de meia-água quanto de superfície – até 3,5g ou 1/8 de onça. Às vezes, pequenos também dão ótimos resultados. Quando o peixe está manhoso, jigs de penacho são ótimas opções.


4. Conjunto leve
Constituído por uma vara inteiriça de 5’3”, classe 12lb, carretilha de perfil baixo, e linha de multifilamento de 15lb. As iscas artificiais variam bastante em relação a peso, tamanho e trabalho, vamos às principais:

- Na superfície, sticks, poppers, zaras e iscas de hélice com até 7cm, embora também seja possível usar modelos de 10cm de comprimento. Os sapos de borracha (frogs) também se destacam, principalmente nos locais cobertos por vegetação. Providos de anzóis voltados para cima, dificilmente ficam presos nas estruturas.


- Seguindo a linha das iscas antienrosco, temos a colher, o buzzbait e o spinnerbait, que além de serem usadas em locais cheios de estruturas, têm a característica de afundarem naturalmente e podem ser trabalhadas na meia-água ou rente ao fundo (com exceção do buzzbait, projetado para atuar na superfície).

- Não podemos esquecer os plugs de meia-água, verdadeiros coringas das pescarias. Seu uso é bem simples, trabalhados com recolhimento contínuo ou intercalado com paradas. Do barranco, também podem ser “corricados” a pé, deixe cerca de três metros de linha para fora da vara e caminhe na margem, para arrastar a isca bem perto das estruturas. Ainda na meia-água, a vibração intensa das rattlins também é fatal para as traíras. Sua característica sinking torna-a uma isca versátil, mas cuidado para não perdê-la em meio às estruturas, já que não possui sistema antienrosco.


Dica: se optar pelo uso de empate de aço, prefira os flexíveis, com resistência de até 15lb. Porém, saiba que a quantidade de ataques provavelmente será menor. Pois o trabalho, principalmente plugs, perderá a naturalidade.

5. Conjunto para soft baits
Neste caso, o anzol deve atravessar o corpo da isca antes de chegar à boca do peixe, bastante dura. Por isso, o indicado são varas longas, com 6’6” a 7 pés, e capacidade de até 20lb. As linhas ideais são as de fluorcarbono ou multifilamento. A baixa elasticidade aumenta o grau de sensibilidade e proporciona fisgadas com resposta mais rápida.

As iscas variam muito em formas, modelos e tamanhos. Minhocas tradicionais usadas na pesca do black bass, grubs, criaturas e minhocas suspending são muito eficientes. Iscas danificadas, usadas ou que estão sobrando na caixa são boas opções.


Afinal, essas dentuças têm potencial muito maior para estragar as iscas. E diferentemente da pesca com plugs, a ruptura da linha provocada pelos dentes das traíras é muito mais freqüente. Nesse caso, opte por um curto empate de aço, rígido ou flexível, com 5 a 15lb de resistência.
Não podemos esquecer nossas frogs de silicone ou borracha que são excelentes para as dentuças!!

São várias as montagens (rigs) eficientes, desde o sistema “no-sinker” (sem peso) aos tradicionais Texas, Florida e Carolina Rig, com anzóis de tamanho 1/0 ou 2/0. O jig-head também é muito eficiente, tanto com grubs como com iscas plásticas finas e retas, do tipo “cut-tail” ou “shad shape”. As cores variam em função da claridade da água.

Como regra geral, cores mais chamativas se destacam em águas turvas, e tons mais discretos são boas escolhas para águas claras. Na maioria das situações, preta, amarela e vermelha são as cores mais eficientes. Mas lembre-se, para toda situação existe exceção.

6. Fly
O passeio pelas modalidades de pesca à traíra não fica completo se não incluirmos nele a pesca com mosca. Para “lobós”, o equipamento nº 5, ou até 6, para poder arremessar iscas volumosas, do jeito que as traíras gostam.

Linhas flutuantes do tipo WF (Weight Forward), com peso concentrado na frente, facilitam o arremesso e dão conta do recado em quase todas as situações, principalmente na pesca com iscas de superfície. O líder cônico pode ser pronto (de fábrica) ou confeccionado com três espessuras de monofilamento. Uma boa dica é fazê-lo em seções iguais de 90cm, com linhas de 0,50, 0,40 e 0,30mm.

E as iscas?
O destaque fica para as de superfície, principalmente poppers, aranhas, gafanhotos e divers. Trabalhe pausadamente para fazer barulho e atrair o peixe. Na meia-água, streamers e suas variáveis são a escolha habitual. Novamente, o uso de empates de aço minimiza as perdas por dentadas, mas também reduz sensivelmente a quantidade de ações.


Fique atento para fisgar o peixe imediatamente após o ataque. Em relação aos arremessos, além de dominar a técnica básica do false cast (arremesso falso), é importante saber efetuar o roll cast, fundamental em locais com obstáculos como árvores, muros ou pessoas.
Spinnerbait em barranco é ótimo pra salvar a pescaria!!!

+ Dica: se a linha estiver suja, os arremessos certamente serão prejudicados. Uma solução é limpá-la com um produto conhecido como dressing, encontrado em lojas especializadas. Basta pingar algumas gotas em um pano e passar a linha entre ele. Outra opção é colocar, antes da pescaria, toda a linha dentro de uma bacia com sabão neutro por algumas horas. Depois, basta enxaguá-la e secá-la com um pano.


Resumindo a prosa meu povo, pinxe Hoplias de todas as formas possíveis e sempre solte quando não for consumir o peixe para sempre ter na lagoa ou açúde que for pescar e deixar para os futuros pescadores, apreciar o sabor que é pinxar uma traíra na artificial ou em qualquer outra modalidade descrita aí em cima sô!!!



Autoria, texto e fotos: Roberto Conti da revista Pesca Esportiva