segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

MAIS UMA PESCARIA AQUI COM MINHA MOTOCA SÔ!

Aooooooooooooooooooooooo sertão pescatício desse meu rincããããão seu!!!
Sexta feira agora me bateu uma vontade de dar aquele, mas aqueeeeeeeele pinxo de hoplias lá na roça pq tava um calor de noite e resorvi arrumar minhas tralhas pra de manhãzinha zarpar para o sertão do mato e cair dentro do açude!

Na sexta de noite, comecei arrumá as frogs e as iscas, coloquei dentro do meu colete de pesca com os alicates e de manhã puxei a motoca pra roooça, seu!!

Sabadão chegando na roça estava na boca do capão de mato onde os bugios atravessam, onde foi visto até onça com lobisome dançando em vorta.... juuuuuuuuro que é verdade sô!!

Chegando lá fui no terreiro primeiro lidar ccom meu spinnerbait e ver no que dava, e deu! Deu uma hoplias que grudou lá no meio dos aguapés que a bicha veio pulando de tão doida que a bicha tava! Daí troquei o spinnerbait e testei chatterbait, buzzbait e frogs neste lugar mas não bateu mais nada, fui lá no meu canto chamado Área 51, onde só eu pesco, e rapaz bateu traíra até dizer chega!! O duro mesmo é tentar engatar as bicha na frog tanto que escapou umas par!!!

A primeira hoplias foi no spinnerbait branco e os lambaris rodeando a ditacuja, deveriam tá tirando sarro ou xingando ela!!! rsrsrs

Hoplias malabaricus aqui da roça é dessa cor, amarela igual ouro sô!
Peguei mais uma hoplias na beirada da área 51 e depois que parou as ações ali fui na toceira onde é realmente a Área 51!! Comecei dar os primeiros pinxo ali e meus amigos, deu uns estouros ali que eu quase morri do coraçãããão, seu!!! Engatei umas ali mas na hora que tava rebocando as bicha sapecava e escapava. 

A segunda hoplias foi na "Área 51" explodiu na frog que na verdade eu nem vi ela bater, só vi a água voando por trás do pé de mato que fica na beirada do açude!
Mas de repente me entra uma doida de 1,5kg que quase tive um troço ali, as grandes hoplias deste açude não estoram na flor dágua na artificial, elas apenas fazem um rebojo por baixo e pegam a isca, mas quando engata meus amigos, hummmmmmm.... começa a putaria de briga pra lá e pra cá!! Que pinxo doido sô! A bicha ficou endiabrada e vem fazendo caminho no meio do mato da beirada de grande a diaba, que até na hora da briga acabei perdendo minha tesoura de cortar multifilamento que caiu do meu porta alicates que sempre levo e sei lá onde foi parar. Mas enfim...

Essa doida deu 1,5kg certinho e nem explodiu na flor dágua!!

Mas a briga foi tão boa que a maluca veio fazendo caminho no meio do capim na flor dágua sô!

Olha o tamanho da bocarra da ditacuja, por isso digo a importância de usar alicate de contenção na pesca de Traíra.

A maluca da traíra de 1,5kg me fez aposentar cedo a coitada da isca!

Pescaria aqui na roça é assim, igula capivara,  dentro dágua!! hihihhihihi

Essa pescaria no sábado deu muita hoplias malabaricus na frog, mas no domingo, apesar do calor, não peguei nem gripe!! Virou um pé de vento do norte que pela amor de Deus viu, lançava a isca e ela vortava pra minha cara sô! A flor dágua parecia um mar em fúria de tanta onda que dava pra surfar até ali neste dia viu, peguei minhas coisas e fui embora, tava bom é pra sortá pipa, só oque restou neste dia mesmo.

Aqui na roça, galinhas e Canarinhos da Terra toma café e almoçam juntos sem gaiola alguma pra atrapalhar!!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Pescaria de Hoplias no Barulho!!

Aooooooooooo sertão desse sertanejo mundo pescatício sem porteeeera sô!


Hoje trago a vocês uma matéria sobre uma isca que, realmente pra mim, ainda é uma incógnita por nunca ter levado até agora uma batida nessa isca ou pego uma hoplias só que fosse. A isca prima Spinnerbait vira e mexe eu pego traíras, mas no buzzbait realmente eu não acertei a mão ainda, apesar de ter insistido pouco, mas o pouco que insisti vi que não deu resultados. Vou tentar TUNAR a isca como o criador dessa matéria da revista Pesca Esportiva CÉSAR PANSERA falou pra fazer para justamente levantar até a superfície o mais renitente desses peixes, que em alguns lugares do Brasil são chamados de Dorme-Dorme, porque a traíra parece que tem um gatilho que vive desarmado e você pode jogar a isca na boca dela ou passar com uma isca beeeem devagar em sua frente que a desgraça não faz absolutamente nada quando não quer se mover ou comer... mas quando este gatilho é acionado, meu amigo hummmm, sai da frente sô!!!

Espero que vocês aprendam algo nessa matéria como eu aprendi e vivo aprendendo com dicas do Pansera sobre iscas justamente para pinxo das hoplias mas que pode pegar também tucuna e Black Bass como é comum no sul do Brasil e tenham uma ótima leitura pescadozada!!



Capaz de acordar, além de irritar, o mais sonolento dos peixeis, o Buzzbait (ou isca do barulho), é mortal para pescar em água doce. Algumas dicas podem ajudar você a fazer melhor uso desta isca nada discreta.


Seja embarcado ou de barranco, os "buzzbaits" são iscas capazes de atrair até à superfície o mais preguiçoso dos preda­dores. Isso, graças ao seu trabalho e prin­cipalmente pelo barulho produzido pela hélice que acompanha a isca. Como complemento, os modelos ainda possuem cerdas de filetes de borracha, chamadas de saia ou "skirt". Fixadas ao anzol, ela garante maior volume para o "buzzbait" e movimento logo abaixo da li­nha d'água, criando oportunidade para o peixe abo­canhar, seja por fome ou apenas defesa de território. Sua utilização acontece basicamente em água doce, e os peixes alvo podem ser diferentes. O black bass, tucunarés, e principalmente as traíras e trairões, certamente irão se interessar por um "buzzbait", que risca a superfície da água fazendo barulho constante em meio às estruturas, aparentes ou não. 


ALGAZARRA NA SUPERFÍCIE

Para que os ataques aconteçam, o trabalho bási­co de um "buzzbait" deverá ser o recolhimento contí­nuo, que pode variar de lento, porém o suficiente para que sua hélice gire; mais rápido, riscando a superfície da água rapidamente; ou intercalado com toques se­cos de ponta de vara. 

O buzzbait risca a água rapidamente e provoca pelo barulho.
Particularmente prefiro o recolhimento mais rápi­do, uma vez que é possível desacelerar o movimento da isca, passando a recolhê-la lentamente, caso algum pei­xe persiga ou invista contra ela sem sucesso. 

É importante também, quando o "buzzbait" tocar na água, iniciar o recolhimento imediatamente, caso contrário ele poderá afundar e engatar em alguma es­trutura. "Buzzbaits" mais leves, na faixa de sete gra­mas, conseguem agir junto da superfície mais rapida­mente, quando recolhidos de imediato. 
Bastante atenção logo nas primeiras maniveladas. Já presenciei inúmeros ataques no primeiro meio metro de trabalho da isca. 

Uma das vantagens do "buzzbait", para pes­car as traíras na superfície, é que a isca desenvol­ve uma trajetória reta na linha d'água. Seu trajeto pode ser constante, sem as provocativas paradas de um "plug" convencional de superfície, por exemplo. Mas é fato que quando as "dentuças" es­tão dispostas a atacar, erram menos as investidas nesse tipo de isca. 


Por estar em constante movimento, mesmo len­to, basta o peixe atacá-la para que o anzol penetre sua mandíbula. Na verdade se pararmos para anali­sar, a maior parte das fisgadas fica por conta do pei­xe, pois a isca está trabalhando e não fica parada. Obviamente é preciso fisgar com força, para cravar de vez o anzol na óssea mandíbula da traí­ra, principalmente se ela for de maior tamanho. Is­cas com anzóis mais abertos (mais arredondados) e maiores, potencializam as fisgadas. 

Atenção para a ponta do anzol dos "buzzbaits", que deve estar sempre bem afiada. 



ONDE ARREMESSAR 
Em relação aos pontos ideais para arremessar um "buzzbait", importante que não sejam muito fe­chados. Caso contrário, a isca não conseguirá traba­lhar. E preciso que existam espaços para que a isca gire sua hélice de forma constante e nenhuma sujei­ra fique presa na isca. Pontos com vegetação mais aberta são ideais para que a isca gire sua hélice. É importante que os locais, além de não serem muito fechados, que tenham cer­ta quantidade de água para que a isca possa trabalhar. 


Você deve buscar pontos mais abertos, com capim, e com boa distância para trabalhar sua isca.
Outra vantagem do "buzzbait" é não enroscar tanto na superfície. Seu desenho protege o anzol único, sen­do muito eficiente para quem pesca desembarcado. As ações dos peixes na superfície normalmente acontecem mais ao amanhecer e entardecer, nos momentos em que a superfície da água encontra-se lisa e não existe vento. Aproveite essas situações, e arrisque alguns arre­messos com a isca do barulho. No verão e demais dias quentes do ano, é quase certo que algum predador irá se interessar por um "buzzbait". 


O barulho produzido por sua hélice na superfície, é o grande chamariz e principal característica do mo­delo. Ao ser tracionada. a isca percorre uma trajetória na lâmina d'água, girando sua hélice e fazendo barulho constantemente, podendo até mesmo levantar água, de­pendendo da intensidade com que é recolhida. Costumo utilizar os "buzzbaits". quando pesco duas espécies específicas, as violentas traíras e os astu­tos black basses. Ambos, atacam vorazmente o "buzz­bait" logo que percebem a existência de um intruso em seu território, ainda mais um objeto que tenha barulho constante e ao mesmo tempo irritante para os peixes. 

O black bass costuma atacar o buzzbait com violência, especialmente na defesa de seu território.
VELOZ E SEM PARAR 
Quando comecei a pescar com os "buzzbaits", cos­tumava recolhê-los de forma lenta e até vagarosa, ape­nas fazendo com que a hélice da isca gira-se na su­perfície. Após algum tempo, percebi que acelerar o recolhimento pode instigar os peixes em determinados momentos. Dessa forma, também é possível "frear" o trabalho da isca, desacelerando o girar do recolhimen­to, quando um peixe persegue ou até mesmo, erra o pri­meiro bote na isca. Além disso, o recolhimento mais acelerando, pro­duz um maior barulho da isca na superfície e, nes­te caso, o ataque será certeiro e violento. Recolhendo mais rapidamente, o pescador também realiza maior número de arremessos, cobrindo uma área maior de pesca ou provocando mais o peixe em um mesmo lo­cal. É como se o barulho produzido pela isca perturbas­se o peixe até que ele resolva atacar. 


Como já disse anteriormente, uma ação neces­sária para pescar com os "buzzbaits" é assim que a isca tocar a água, recolher o mais rápido possível. Pa­rar repentinamente o recolhimento não é interessan­te, mas reduzir a velocidade do recolhimento é váli­do em alguns momentos. Por isso, reforçando, o ideal, são locais com capim apenas no fundo ou um pouco mais espaçado. Locais assim é que eu costumo bus­car em algumas represas, logo que o nível sobe, inun­dando boa parte da vegetação que estava fora d'água, e ainda não cresceu ou se proliferou. Outra vantagem do buzzbait, é não enroscar tanto na superfície, muito bom para quem pesca desembarcado. 

O buzzbait pode garantir o sucesso de sua pescaria e os ataques nessa isca são pura adrenalina!
EMOÇÃO NO VISUAL 

Como é uma isca que trabalha o tempo todo na su­perfície, não tenho dúvida alguma em afirmar que o mais interessante serão os ataques dos peixes. A pes­caria com os "buzzbaits" é 100% no visual! Os ataques sempre causarão grande descarga de adrenalina ao pes­cador, independente da espécie alvo. Preste atenção o tempo todo na isca, sem tirar o olho dela, inclusive quando ela estiver bem perto do barco ou próxima do barranco. Algumas explosões po­dem ocorrer quando o "buzzbait" está prestes a sair da água ou logo quando cai, após um arremesso. E aqui cabe mais uma dica! Lance os "buzzbaits" o mais dis­tante que conseguir. E meio óbvio, mas desta forma, a isca ficará um maior tempo fazendo barulho na água, consequentemente, irritando mais os peixes, e com maiores chances de ser atacada por algum potencial predador. Experimente, e boa sorte! 


Fonte: Revista Pesca Esportiva ed. 231 - 2017
Autor: César Pansera

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Pescaria conduzido pela minha motoca vermeia !

Aoooooooooooo sertão véio sem porteeeera sô!
Hoje fui dar aquela, mas aqueeeeela pinxada de hoplias lá no sítio depois de quase 2 semanas da última postagem aqui e não é que as ditacuja tão batendo que nem doida na artificial??? Carrrrcule!!

Hoje, e sempre, to lidando com spinnerbaits e frogs de várias cores, mas as minhas cores preferidas dessas iscas são branco inteiro ou preto inteiro, não sei o por que mas são as cores que mais tem ações de hoplias por aqui na roça.

Estrada e areia úmida depois da última chuvarada da semana passada
Depois de almoçar em casa, fiquei enjuriado por tá aquele domingo ensolarado com jeitão que iria chover mais tarde e dito e feito, aqui na cidade choveu mas lá na roça a chuva virou pra outras bandas e por isso não precisei me esconder com as varas junto pq morro de medo de chuva com relâmpago justamente por minhas varas serem de carbono e essas diabas chamam raio igual para-raio e prefiro ficar escondido do que morrer torrado com um baita choque! Arrumei os apetrechos, uma muda de roupa, pq adoro pescar em um lugar onde só consigo pescar se entrar dentro da água até chegar na toceira de mato onde os patos selvagens dormem e é por ali que mora as traíras amareloas criadas de 100 anos. 

A primeira hópias da pescaria no Spinnerbait da Deconto
Peguei a minha motoca, botei gasosa até a boca, junto com a mochila, amarrei as varas no guidão e na traseira e vazei pro chão batido! Aooooooooooo sertão que amo pinxar!!

Segunda Hoplias no Spinnerbait
Cheguei no sítio, guardei a moto, peguei os apetrechos, passei protetor solar e desci pro sertão de estrada de areia, chegando lá fui direto lidar com o spinnerbait da Deconto que eu tinha, e já estava com um trailer da Cabelas branco e vermelho e nem passou 3 lançamentos engatei uma baitela de início pra esquentar mais ainda o calorão que tava. Depois passou meia hora mais ou menos bateu uma doida quase no meu pé e grande a danada, só que ela não fisgou direito e no primeiro pulo ela jogou longe a isca, mas como a água é limpinha de cor de chá, ela ficou parada procurando a isca e o que eu fiz?? Lancei próximo o spinnerbait próximo dela e foi bonito até pois vi toda ação da hoplias, deu uma abocanhada na isca e dai fisquei, a danada pulava feito saci e a vara envergava, só que dessa vez eu peguei a bicha.

As ditacujas daqui da roça são tão, mas tãããããão violentas que vivem com cicatrizes por traíras maiores morderem uma na outra, quem vê não tem lambari pra estas malucas comerem no açúde, vivem morrendo de fome diabas???
Depois por uma cagada minha (mais uma vez né) fiz o encastoador com luvas pequenas demais e por isso o mardito abriu e perdi meu único spinnerbait que havia levado nessa pescaria, putaqparol viu, foi a forma mais besta que eu já perdi uma artificial!!!

Olha o que virou o trailer da Cabelas do meu spinnerbait perdido!! Imaginem uma dentada dessas no dedo!!
Desisti e fui lidar com as frogs que eu amo pelos sustos que eu levo com as amarelonas explodindo a flor dágua!!! Comecei a lançar e bateu na cabeça da bicha véia e começou a pular feito doida mais uma vez, só que depois de engatada a diaba começou a sapecar, e onde estava pescando ali tem que guinchar as hoplias pq é muito aguapés e algas, e pertinho de mim mais uma vez a hoplias se foi depois de fisgada.

Eu não sei que cargas dáguas largaram uma tv de 14 polegas embaixo do pé de pau onde penduro minhas coisas ao lado do açúde!! Liguei a diãnha e olha o que tava passando lá no meio da roça sô! hihihhihihi

Não demorou e peguei 1 neste ponto, dai comecei a lançar mais e não entrou mais nada, fui para a minha ÁREA 51 onde considero que é o ponto onde tem as traíras malucas de grandes e briguentas, entrei na água e cheguei até a toceira onde os patos selvagens dormem e comecei a lançar, bateu 1, 2, 3,4 e engatei e as 2 baitelas que peguei ali escaparam por ser muito sujo, consegui apenas 1 hoplias neste lugar.

Minha frog da Marine Sports vermelha, não gosto muito dessa cor mas hoje deu resultados bacanas viu!!!
Resumindo a prosa: Fisguei 3 hoplias neste domingo mas perdi 3 traíras já próximo de mim e um spinnerbait pegadô de traíra no limpo e sinceramente não sei oq doeu mais, perder as hoplias já fisgadas ou o spinnerbait! Mas valeu passar um belo domingo na margem da lagoa que é minha escola para o pinxo das hoplias do que ficar em casa  fuçando o celular ou vendo tv sô!!!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

A MELHOR PESCARIA QUE EXISTE NA ROÇA SÔ!!

Aooooooooo sertão sertanejo desse Brasil tupiniquim sô!!!
Finalmente fiz a primeira pescaria do ano e com chave de ouro, 8 HOPLIAS em 1 dia !!! Faz tempo que não fazia uma pescaria dessas e até fiquei com dor nas costas e no dedão de tanto lançar a isca pra dentro dágua! 

Traíra fisgada na minha FALECIDA isca frog da Marine Sports popper, perdi 3 de uma vez!!!
Mas, pra variar, tive que perder 5 iscas artificiais pra ajudar né, justamente minhas 3 frogs menores da Marine Sports que as hoplias amavam, mas fazer o que né, depois compro outras, mas a zebra da vez foi uma frog que pensei que nunca ia pegar uma hoplias por ser grande, e foi uma da Daiwa que eu havia ganho de um amigo do sul e só usei ela porque eu estava sem frog alguma pra pescar naquele dia pois não havia levado minha caixa de pesca, só as iscas dentro do meu colete pois fui de motoca lá pra roça pescar.

Frog da Daiwa, só peguei as Hoplias com essa isca pq eu encurtei as cerdas da perna dela
Dentes de agulha desse peixe, deve doer um pouquinho no dedo! rsrsrs

E outra isca que elas adoraram foi o Spinnerbait feita pelo meu amigo lá de Minas Gerais, Sidney Henrique Candido, o rapaz arrepia em confecção de Chatterbaits e Spinnerbaits que só vendo, fora a qualidade dos materiais que utiliza nessas iscas!

Essa hoplias tava meio machucada de tanto levar mordida de hoplias maiores!

Hoplias amarelona daqui da roça, e como são briguentas sô!!

No fim da pescaria eu tava totalmente quebrado e to percebendo que preciso fazer exercícios novamente ou entrar na academia, pois percebi que to ficando véio!! buaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

Minha frog ficando destruída pelas ditacuja

Ponto de ataque das ditacuja na frog!

Mas valeu a pena demais da conta essa pescaria justamente por confirmar que esta minha lagoa abençoada está mais viva que nunca e que as ditacuja tão criando igual coelho sô!!!

Eterna gratidão a este peixe que amo sô!!!

Anoitecer nessa lagoa que foi minha escola na pescaria de traíra e isso NÃO TEM PREÇO!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

VIRAMO PRA 400.000 SÔ DO CÉU !!!

AOOOOOOOOOOOOOO SERTÃO DESSE RINCÃO DO NOSSO CHÃO BATIIIIDO!!
SÓ QUERO AGRADECER A CADA UM QUE GOSTA DE PINXAR E SABER UM POUCO MAIS DESSA NOSSA QUERIDA "HOPLIAS MALABARICUS" QUE SOMOS VICIADOS. 

E QUERO AGRADECER REALMENTE A VOCÊ QUE É PESCADOR INICIANTE, AMADOR OU JÁ É ESPORTIVO VÉIO, O QUE IMPORTA É O PINXO DA "DITACUJA" NESSE CALOR DO CÃO QUE TÁ FAZENDO E TIRANDO FOTOS PARA ETERNIZAR TAL MOMENTO QUE ELA NOS PROPORCIONA!



MAIS UMA VEZ OBRIGADO POR ME ACOMPANHAREM NESTE MEU BLOG QUE EXISTE DESDE 2011 E CRIEI EM UMA NOITE SEM SONO E QUE PELO JEITO DEU CERTO. VALEU PESCADOZADA DESSE MUNDÃO VÉIO CHAMADO BRASIIIIIIL SÔ!!!!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

DESCOBERTA UMA NOVA ESPÉCIE DE HOPLIAS !!!

Aô aô aôôôôôôôôôôôôôôôôôôô sertão desse meu rincão brasiliano sô!!!!
Eu pensando que já tinham descoberto todas as espécies possíveis de peixes de água doce e no fim descobriram mais uma espécie de HOPLIAS !!!

A DITACUJA TEM A CABELA MAIS ALONGADA QUE AS OUTRAS PRIMAS DELA
Pesquisadores da “Universidad Nacional de Misiones”, na Argentina, descobriram uma nova espécie de traíra no Rio Paraná, entre o próprio País e o Paraguai. O peixe foi batizado de Hoplias mbiguá.

Segundo o pesquisador da Equipe de Biologia Pesqueira da Universidade, Danilo Aichino, este tipo de traíra tem a cabeça mais alargada e os olhos sobressaem a linha da cabeça, se comparada com as traíras mais conhecidas. Além disso, há notória diferença no volume de escamas.


Resumindo a prosa meus amigos pescadores de guerra: Tem tanta espécies a serem descobertas ainda mas o homem sem vergonha está acabando com o ambiente em que vivem e se demorar muito irão dizimar muitas espécies sem mesmo ter conhecido antes!

sábado, 26 de novembro de 2016

Um pescadô bão demais lá de Minas sô

Aoooooooooooooooo sertão véio desse mundão sem porteeeera sô!!!
To postando umas fotos de um amigo aqui do blog lá de Guaxupé - Minas Gerais, chamado JEFFERSON JEFFIN, grande pescador de Hoplias na frog mostrando que manja nas artemanha do pinxo da ditacuja.



Segundo ele, no meio da vegetação ela saiu do mato e não atacou, viu a onda dela e arremessou outra vez no mesmo lugar vim trabalhando a frog bem devagar e toques de ponta de vara ela deu um ataque na superfície uma baita explosão e o menino quase morreu de susto, fora a isca destruída pelos dentes da dentuça safada !!!
Pescaria de frog é isso mesmo, muitas surpresas, olhos atentos e susto até o zóio sô!!!

A ditacuja com a frog encharutada!

Olha a bocarra da bicha sô!!! Ponha o dedo ai pra ver oque acontece!!

Frog da Albatroz destruída pela explosão da bicha sô!

Olha o tamanho desse torpedo... caramba que bela traíra home do cééééu!!

terça-feira, 22 de novembro de 2016

ISCAS DE HOPLIAS "A LA CARTE" SÔ!!

Aooooooooooooooooooooooo sertão dessa "Terra Brasilis" que amo demais da coooonta sô do céu!!!
Sempre recebo muitas perguntas sobre iscas artificiais para pesca da ditacuja que todos nós amamos, e este mês na revista Pesca Esportiva o grande pescador que já tive o prazer de conhecer pessoalmente, CESAR PANSERA, nos trás uma matéria fenomenal sobre o pinxo de hoplias e principalmente os iniciantes irão adorar estas dicas, então ótima leitura e aprendizado a todos que apreciam uma boa pinxada de traíra no fds ensolarado sô!!!


Não é de hoje que a espécie cativa cada vez mais adep­tos quando o objetivo é sua captura com iscas artificias. Creio que o motivo seja simples: a voraci­dade da espécie e o os ataques que acompanhamos no visual, quando tenta abocanhar as artificiais. Especialmente os modelos que trabalham rente à linha dágua.



A força bruta do peixe, durante a briga, e ao mesmo tempo a sutileza nas mordidas quando utilizamos técnicas de fundo para pescar as traíras são surpreendentes. Vamos dividir basicamente em três categorias de atuação das iscas: super­fície, meia-água e fundo. E, assim, destacaremos algumas opções, que certamente irão fazer com que a mais sonolenta das dentuças acabe investindo contra a sua linha.

NO VISUAL
Para as iscas que atuam na superfície, podemos considerar duas situações, as que conseguem ultrapassar qualquer obstáculo, devido aos anzóis normalmente estarem encostados no corpo da isca; e as tradicionais, onde as garateias permanecem o tempo todo com as pontas aparentes. No primeiro caso, enquadram-se os "frogs". Imitações fiéis em detalhes de sapos e suas derivações. Iscas de corpo macio, geralmente ocas, que irão deslizar e trabalhar no meio do capinzeiro ou qualquer outra estrutura fechada sem proble­ma algum de enrosco. Provocantes, são ideais para serem utilizados quando pescamos de barranco ou em pontos muito fechados, onde exista grande vegetação.

Já no segundo caso, consideradas iscas tradicionais, estão as zaras e "walking baits", "plugs" que desenvolvem a trajetória em "Z" na superfície, quando trabalhados com toques secos e curtos de ponta de vara intercalados com o recolhi­mento. E aqui cabe uma observação em relação a cor da isca. "Plugs" de superfície de cor preta, em sua tota­lidade ou em boa parte de seu corpo, tradicionais (zaras e "walking baits") ou "frogs", são muito eficientes para pescar as traíras.

Outros pontos importantes, para as iscas de superfície citadas acima, são a velocidade no trabalho (zaras e sapos), como também o tamanho delas. Algumas vezes as traíras preferem trabalho mais lento, mais ca­denciado e de certa forma provocan­te, além de iscas não muito grandes. Se você deseja ataques surpreenden­tes na superfície, certamente precisa ter os dois modelos em mãos.



NA MEIA-ÁGUA

São as iscas que irão trabalhar no meio da coluna d'água, sendo que em alguns modelos, o pesca­dor consegue definir através da velocidade de seu recolhimento, a profundidade que irão percorrer. Procure alternar a velocidade de recolhimento até identificar um padrão de ataque. Isso poderá variar dependendo do dia. Para atuar na meia-água, destaco dois modelos, as "chatterbaits", que são "jigs" de cerdas de silicone, com uma lâmina metálica fixada em sua cabeça (chumbo) e que fará a isca trabalhar e vibrar muito, quando for recolhida; e os clássicos "spinner-baits". Nas duas iscas, que possuem metal em sua construção, os anzóis ficam expostos, porém no "spinnerbait", o formato de seu arame protege um pouco a ponta do anzol quando a isca desloca-se, evitando, de certa forma, que ela enrosque quando recolhida continuamente. O arame encosta (bate) primeiro no obstáculo e o "spinnerbait" pode passar por ele.


Já na "chatterbait" isso é um pou­co mais complicado, pois a ponta do anzol fica sem proteção alguma o tempo inteiro. Pode ter a chance de enroscar, mas sem dúvida as fisgadas serão mais precisas e eficientes quando utilizar uma "chatterbait".De preferência, utilize varas acima de 6', podendo chegar até 7'10", quando utilizar ambas as iscas afim de potencializar as fisgadas. Com varas mais longas, a alavanca e força no momento da fisgada serão maiores e, no caso das traíras que possuem mandíbula óssea, utilizar varas mais compridas para algumas iscas é importante. 

Para os dois modelos adicionar um "trailer" (grub) ao anzol surtirá muito efeito. E importante que o "grub" tenha contraste com a cor da isca, cor da "saia" ou filetes de silicone que camuflam, movimentam e revestem o anzol.



RENTE AO FUNDO

"Plugs" de barbela mais longa, que tenham corpo fino ou volumo­so, denominados de "crankbaits", encaixam-se nesta categoria. Apesar de alguns modelos boiarem quando inertes, a isca age próximo do fundo quando recolhida continuamente. Muitas "crankbaits", além disso, possuem esferas em seu interior, gerando forte barulho ao trabalhar. Em determinadas situações, o ba­rulho das iscas de barbela irá atrair muito as traíras. Outras iscas, que não podem deixar de ser citadas, são as "soft baits". Com diversos tamanhos, formatos e de corpo macio, são excelentes quando utilizadas em montagens (rigs) específicas. O "texas rig" é um exemplo, onde o chumbo ficará encostado no anzol que complementa o "rig".O tamanho ideal do anzol irá variar de acordo com o compri­mento da "soft bait". Para as mais curtas, utilize tamanho máximo de 3/0 e, para as mais longas, 4/0 ou de tamanhos acima. Apesar do "texas" trabalhar rente ao fundo, ele explora toda coluna d'água já na descida.


E atenção! Alguns ataques podem ocorrer exatamente neste momento, quando a "soft bait" estiver seguindo para o fundo, já em sua caída. È importante tomar cuidado e manter a linha levemente esticada, enquanto a isca estiver descendo para o fundo ou durante seu trabalho. Da mesma forma que para a "chatterbait" e "spinnerbait", varas mais longas e de ação rápida, com envergadura de "blank" concentrada mais em sua ponta, intensificam as fisgadas que precisam ser potentes. Isso porque a "soft bait" está no fundo e o anzol precisa ultrapassar a isca e a boca do peixe.



ONDE ARREMESSAR
1- Entradas de grotas são excelentes locais para serem explorados com iscas de superfície (zaras ou "walking baits") e de meia-água ("chatterbait" e "spinnerbait"). Quando não existe grande quantidade de vegetação na entrada e meio da grota, as iscas com anzóis expostos, gara-teias ou anzol único (simples) irão trabalhar sem enroscar.



2- Áreas com vegetação fe­chada, que normalmente estão no fundo das grotas ou em algumas entradas de barranco. Para elas, os "frogs" são ideais, pois conseguem explorar a área sem enroscar em nada, devido ao sistema de anzol encostado no corpo. Por menor que seja a área de vegetação, arrisque um arremesso entre as plantas. Em áreas maiores é preciso insistir.



3- Estruturas mais abertas como áreas de pauleiras podem ser exploradas com praticamente todas as iscas aqui citadas. Porém creio que as mais eficientes são as "crankbaits" e as de meia-água. Elas cobrem maior área a cada arremesso e podem atrair os peixes que estive­rem dispersos por toda a estrutura. Caso a estrutura seja muito fechada por galhos, é preciso tomar cuidado quando utilizar as "cranks" e ter no barco um desenroscador de iscas (salva iscas).


4- Faixas de barrancos e galha­das isoladas em pontos específicos são muito bons para as "soft baits" no sistema "texas rig". Caso existam estruturas aparentes, insista nelas. Lembre-se, muitas vezes as árvores (estruturas) podem estar no fundo, encostadas no barranco. Passar pelo barranco mais de uma vez alternan­do a cor e tamanho da "soft bait" geralmente resulta em ataques.



Obviamente existirão outras estruturas, pontos e situações que, dependendo da região onde você pesca, irá encontrar as traíras. Com o tempo você começará a identifi­car tais pontos e, descobrindo um padrão (melhor forma e local que os peixes preferem atacar as artificiais), restará buscar os que tenham as mesmas características. E quase certo que, se você tiver em sua caixa de pesca estes seis modelos de isca, estará pronto para enfrentar qualquer traíra. Ou melhor, qualquer ambiente e situação que elas estiverem. Agora, não leve apenas uma isca de cada. Caso contrário, se uma dentuça atacar de jeito e para valer pode­rá literalmente destruir sua isca logo na primeira mordida. Então, prepare-se e boas fisgadas!


Fonte: Revista Pesca Esportiva - Ed. 229