sexta-feira, 3 de julho de 2015

Explosão da Traíra em câmera lenta!

Aooooooo pescadozada deste rincão tchê!!!
To postando mais um video do nosso amigo do blog EMERSON STABILE que ficou sensacional da forma que ele filmou e ver aquele toco véio só espreitando a isca pra depois dar o bote. Um show mesmo ver a nossa querida hoplias atacando a isca de superfície dessa forma!


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Tem amigos do blog lá na Bahia sô!!!!

Aooooo sertão véio sem porteeeera sô!!!!
Quem disse que baiano pinxa só no mar?? Eles são bom também em lidar com as Hoplias ! 
Bahia minha rainha, um dia irei conhecer você bichinha!!
Tanto que estou colocando a foto de um amigo do blog lá do interior da Bahia chamado Miguel dos Reis e o moço mostra que tem tutano na lida com a ditacuja, e que tamanho de traíra home do cééééu!!!!

Olha o tamanho da Hoplias que o Miguel pegou !!!!

E o grande Miguel vai ganhar com certeza um calendário com o adesivo do blog que me pediu, por amar pinxar traíras como todos nós aqui do Sul e mostra que o Brasil inteiro ama este peixe.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

TRAIRA NORDESTINA - RICHARD RASMUSSEN

Aoooooooooo sertão véio sem porteeeeera sô!
To postando mais uma super produção feita por EU mesmo, sobre nossa maravilhosa idolatrada Traíra (Hoplias Malabaricus). 


Baseada numa matéria em que o Richard Rasmussen fez no nordeste brasileiro e falou um pouco sobre a traíra nordestina que por lá ela realmente sobrevive as maiores intempéries existentes na terra. 


sábado, 23 de maio de 2015

MINHA MAIS NOVA PRODUÇÃO !!!

Aooooooooo sertão véio sem portera desse meu rincão boideeeeero sô!!!! To postando aqui uma nova velha produção que acabou de sair do forno!!!!

THE WOLF FISH!!!

Eu já tinha feito um video desse alguns anos atrás mas por causa de besteira minha (e de outra pessoa infeliz!!!) deixei que apagassem minha obra prima que já havia cerca de 25.000 views no Youtube. Este video fala sobre nossa idolatrada salve-salve Traíra se alimentando com um ar meio aterrorizante e filme de terror.

Semana que vem irei postar outro video que também eu tinha mas vou dar um tapa a mais nele pra ficar mais apresentável ao público.


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Que cabeleira sô!!!!!!!

Aooooooooooooo sertão véio!!!
To postando aqui um acontecimento dos piores que pode acontecer a um pescador de qualquer espécie, e principalmente se tratando para quem usa multifilamento.
Por ser uma linha consideravelmente cara ainda para os padrões brasileiros é de fazer cair lágrimas com uma cena dessas e além de não dá cabeleira com muita facilidade, mas quando dá perde o carretel todo sem choro!!!!
A pior coisa que pode acontecer para um pescador com multifilamento!!!! aiaiaiai
Fui pescar estes dias e sem querer, fui lançar e a isca deu no galho da árvore acima da minha cabeça e o carretel não parou mais com a inércia e embolou tudo, virou um chapéu véio sem dó e perdi TOOOOOOODO o carretel de Power Pro 0.30mm verde musgo que estava na minha carreta my GOD!!!
Eu deveria ter posto no pé de limoeiro do vizinho este tucho de linha pra rolinha fazer ninho!!!! hihihihihi
Foi uma trabaiera só mas fazer o que, faz parte da pescaria e dessa nossa paixão e depois de retirar toda linha perdida, abasteci com linha Power Pro 0.30mm AMARELA que eu sempre quis e acabara de comprar no Mercado Livre. Valeu a pena.
Abasteci com Power Pro amarela 0.30mm e é a linha que eu uso e AMO de paixão!!! Não troco mesmo!!!
Resumindo a prosa moçada: Às vezes acontecem coisas na pescaria que eu nem sei porque e nem quero saber, porque não fez sentido nenhum esse assunto pra ninguém!!!! hihihihihihihihihi

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Pescaria de um amigo lá do Sul!!!

Aoooo pescadozada do meu rincão sô!!!
Hoje estou postando umas fotos de uma pescaria de um amigo nosso do blog lá do Sul, (lugar bom barbaridade tchê! rs). Sul véio que tive já o prazer de conhecer em 2010 em uma das minhas andanças por ai.
O nome do caboclo é PEDRO CUNHA e o rapaz mostra tutano ao lidar com a dentuça (e que bela dentuça!!) que pesou 2,5kg pego na artificial!!!

Belíssima foto da silhueta do pescador ao por do sol!
Pedro Cunha e uma hoplias na frog
A MEGA HOPLIAS de 2,5 pela por Pedro Cunha! Baiteeeeeela sô!!!

A gaúcha Mônica mostrando que também sabe lidar com a Hoplias

Traíra de peso na frog!!!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Frog Artificial: Essa eu garanto!!!!!

Aoooooooo sertão véio sem porteeeera de pescadozada do meu rincão sô!!!
Hoje vou postar uma matéria na íntegra do nosso amigo ilustre Cesar Pansera, autor de várias matérias de pinxo de Hoplias da Revista Pesca Esportiva (que tive o privilégio de conhecer pessoalmente, e uma pessoa simpaticíssima demais da conta sô!!) que saiu na revista do mês passado sobre Frog Artificial que por sinal é a isca que mais me dedico atualmente e que muuuuuitas pessoas me perguntam como pescar e tal... tanto que já fiz um BIG tutorial em um dos meus posts iniciais aqui no blog, mas agora postarei o nosso Cesar Pansera falando sobre tal isca e explicando em mais detalhes nessa fantástica matéria. Leiam e aprendam mais ainda sô!!!


Imitações fiéis dos anfíbios que povoam todos os nossos corpos d'água, os sapos artificiais soft são excelentes opções para a captura de predadores como a traíra e o tucunaré. Saiba aproveitar ao máximo seu poder de atração.

Os sapos artificiais ou frogs, em inglês, são iscas macias que procuram reproduzir os anfíbios existentes em nossos brejos, lagos, açudes e represas. Muito comuns em áreas com vegetação fechada, eles integram a lista de presas em potencial de alguns peixes predadores de água doce, entre eles o black bass, a traíra e os tucunarés. Originalmente desenvolvidos para a pesca do bass nos Estados Unidos, por aqui têm ótimo desempenho junto aos tucunas e principalmente às dentuças traíras. São vários os formatos e as densidades com que são fabricados, mas todos têm em comum a característica de passar por áreas dominadas por vegetação sem enroscar.


Fisgadas mais eficientes 
Em iscas que já vem acompanhadas de anzóis, o próprio formato do corpo do sapo funciona como dispositivo antienrosco (ou weedless), no qual as pontas dos anzóis ficam encostadas à isca, sem ficarem expostas. Quando o peixe bate, o corpo da isca, macio, deforma e possibilita a penetração dos anzóis. Materiais mais macios são menos resistentes, mas durante a fração de segundo do ataque, definem fisgadas mais certeiras. Caso o local de pesca seja um pouco mais aberto, sem muitas estruturas, as pontas dos anzóis podem ser trabalhadas, deixando-as mais afastadas do corpo do sapo, facilitando as fisgadas (lembrando que as chances de enrosco serão maiores). 




Entre a vegetação 
Mas é na forma original e entre a vegetação fechada que os frogs se destacam. São ideais tanto para se pescar embarcado como a pé. Quando estamos limitados pela ausência de uma embarcação, a isca confere mais segurança ao arremessarmos em locais cheios de estruturas e com pouca água, onde aparentemente não existe peixe algum. Tais pontos são ambientes perfeitos para as traíras, que ficam amoitadas esperando por presas que passem por perto. Os ataques são explosivos e bastante visuais, tornando a pescaria emocionante. Vale arremessar mais de uma vez no mesmo ponto. Muitas vezes, as traíras se acomodam em meio à vegetação antes de desferirem o ataque certeiro. Em locais rasos, às vezes é possível observar a vegetação mover-se antes do peixe avançar sobre a isca. 




Conferindo vida aos anfíbios 
Dar toques leves e curtos de ponta de vara, intercalados com recolhimento, fazendo a isca bater na superfície, é a forma mais tradicional e simples de trabalho. Alguns modelos podem ser "zarados" na superfície, ou seja, recolhidos de forma a descrever a trajetória de Z na lâmina d'água. Outros funcionam como popper, graças à cavidade que possuem próximo da cabeça. De um ou de outro jeito, é preciso trabalhá-los de forma cadenciada e lenta, parando a isca nos buracos existentes em meio ao capim. Trabalhar mantendo a ponta da vara levemente para cima possibilitará um bom ângulo de fisgada, além de não deixar que a linha fique em contato com as estruturas, mas sim, direto com a isca. E nas aberturas em meio à vegetação, por menores e mais improváveis que pareçam - e nos momentos de parada da isca que os ataques costumam ocorrer.



Ao ataque! 
E nesse momento que o pescador precisa ter bom reflexo e não afobar-se. Esperar o peixe de certa forma acomodar o sapo na boca, em especial no caso das traíras, é um recurso para acertar mais fisgadas. O movimento do "strike" deve ser rápido e ao mesmo tempo firme, com potência suficiente para não só o anzol penetrar na boca óssea do peixe, como "amassar" o corpo da isca antes disso. Para o black bass e o tucunaré, que possuem mandíbula mais cartilaginosa, a tarefa é facilitada, mas ainda assim, a fisgada deve ser mais enérgica do que em comparação com os tradicionais plugs.




Autor da matéria: CÉSAR PANSERA
Revista: Pesca Esportiva - Ed. 209 - Março 2015